“Tem um rapaz apanhando com um pedaço de madeira, pelo meu Uber” artigo de opinião

Da festa para a delegacia: qual é o nível de seriedade que algumas organizações tratam os eventos universitários?

As festas universitárias são um rito de passagem dentro dos campus universitários em todo o mundo. Na imagem de American Pie, os jovens acreditam que a máxima da universidade sejam as festas. Até aí, tudo bem! Quem não gosta de se divertir? Contudo, há um problema que quase todo mundo ignora. Ele começa quando as organizações de tais eventos não se comprometem com a devida necessidade em promover segurança para as pessoas que ali estão. Pessoas essas que buscam mais do que segurança, entretenimento e fuga da realidade da romântica concepção que nossa sociedade construiu em cima do que é ser/ estar na universidade.

Nada mais justo do que se desligar do peso que é uma universidade. Embora, alguns acontecimentos precisam ser ressaltados quando percebemos que no ano passado houveram negligências por parte das organizações em vários casos infelizes nas festas estilo american pie (que na verdade, nem são bem assim!). Em setembro de 2017, o estudante de estudante de Ciências Ambientais na Universidade Federal de Goiás (UFG), Ariel Benrur Costa Vaz, foi morto a tiros na Calourada Integrada. Apesar da presença de seguranças e da autorização da Reitoria, o fato infelizmente aconteceu. No mês seguinte, houve o evento InterPOC, realizada pela Unidos Do Vale, no espaço Cendro Eventos, no Parque Amazonia, Goiânia. No qual eu testemunhei uma agressão.

No ato da compra, e na divulgação do evento, estava marcado para o término da festa o horário de 4:00 da madrugada, entretanto, como é de costume em tais festas de Goiânia, por volta das 2:30 horas, os seguranças já começaram a acender as luzes, fechar as portas e empurrar as pessoas para fora da festa, causando como sempre tumulto, correria e falta de respeito com o consumidor. Ao ser praticamente expulso da festa, chamei meu uber, até aí, nada de novo debaixo do céu. Como gados, somos colocados para fora. Tal ação privada faz com que as vias públicas fiquem tumultuadas e caóticas. O famoso final de festa. Pude conferir a placa do carro referente ao meu uber, uma vez conferida, encontrada, segui até o encontro dele. A questão é que ele começou a mudar de lugar, e foi até o outro lado de uma ilha entre duas pistas, fiquei sem entender, quando de repente pude ver que ele desceu com um pedaço de madeira de seu carro e começou a agredir um rapaz que saia da mesma festa em questão.

Em desespero, medo e sensação de impotência, fui buscar refúgio e chamar ajuda. Corri para a entrada, afinal seria que quem entraria naquele carro. Ao chegar, tive meu

peito empurrado pelo segurança, que me dizia: “Se saiu não entra! Se saiu não entra!”. Como se controla gados entre as cercas, me mantive parado. Obedecendo aos imperativos, com medo, e desamparado. Ainda em esperança, respondi que não ingressaria, porém, necessitava de meus amigos naquele momento. Pude encontrar um, logo perto do portão para a minha sorte. Pedi então, educadamente para que o segurança em questão pudesse chamá-lo, já que me foi cerceado o meu direito de trânsito. Ele rapidamente me respondeu negativamente, falando que não poderia sair dali. Brevemente disse, “então cutuque-o!”. Com muita demora em seu atendimento ao cliente, finalmente estive perto de algum amigo. E comecei a narrar a história triste. “Tem um rapaz apanhando com um pedaço de madeira, pelo meu uber.” Rapaz tal, que saía de uma festa gay, promovida pela “causa gay”, com glitter na cara, de caneca rosa da própria atlética em questão – a qual não possuía nem CNPJ acessível na época. O segurança continuava a nos tratar como gado, empurrando e mandando sair. Em minha última tentativa tentei argumentar “tem um rapaz apanhado com um pedaço de madeira ali, você ouviu?”, surpreendentemente, ele me fez a seguinte ameaça “se você não sair daqui agora, quem vai apanhar vai ser você”. Totalmente empático, principalmente com a causa LGBT, bandeira promovida pela organização que ele representava ao oferecer seus serviços de controlador de gado.

Ao me sentir extremamente violado, sem recursos, com pensamento a mil e sem refúgio devido, meus amigos me colocaram no carro e me levaram para casa. No caminho a raiva e a indignação passava em todo meu corpo. Comecei a escrever, escrever e escrever. Tentei traduzir em texto todo verbo que aconteceu. Não dormi naquela noite me colocando numa condição de humanidade. Que pessoa seria se eu não fizesse o que fosse necessário para encontrar a vítima agredida a pauladas? Como ela ficará sabendo quem o agrediu se eu tinha até a imagem do motorista? Decidi postar no grupo acadêmico da UFG na esperança de encontrá-lo e me colocar a sua disposição. Escolha certa, mais tarde, tive o alívio de respirar um pouco mais leve quando a vítima me procurou no privado do facebook. Uma vez reconhecida e confirmada o agressor, marcamos de ir ao IML realizar o exame de corpo de delito e registrar um boletim de ocorrência. No mesmo dia, relatei o ocorrido para a empresa UBER, que me atendeu em 20 minutos de reclamação, nos prometendo que iria tomar as medidas cabíveis, nos garantindo a segurança de que nunca mais teríamos uma nova viagem com tal motorista.

A vítima, aqui será chamada pelo nome fictício de João, só pôde me encontrar quatro dias depois do ocorrido, haja vista que ele necessitou sair da cidade por motivos pessoais. Entre esses dias, busquei todas as informações necessárias, tentei diversas vezes

dialogar com os organizadores do evento, narrando todo o ocorrido e objetificando saber qual era a empresa de segurança contratada, quem era a pessoa escalada – isto é, se tivesse o mínimo de organização em escala – na hora do ocorrido, pelas redes sociais. Cheguei inclusive a ligar para a empresa responsável pelo espaço do evento, Cedro Eventos, o qual me atendeu prontamente e disse que iria passar recado para os organizadores. Nada, nem mesmo uma nota de esclarecimento ou apoio empático ao João, afinal, não eram eles nem seus amigos que levaram madeiradas no corpo. O meu objetivo, além desse posicionamento, seria ter acesso a visibilidade de documentos licenciados pela empresa de segurança contratada (que até hoje não sei nem o nome). Haja vista que, qualquer fornecedora de serviços na área de segurança deve seguir procedimentos básicos de funcionamento, como consta no Manual do Vigilante, dentre cursos e licenças, a preparação do vigilante em questão, tendo como regulamentação a Portaria 387/2006. Mas, nada. Silêncio total. Me senti extremamente negligenciado. Qual a seriedade que as empresas desses ramos levam aqueles que os financiam? É perceptível que não nos tratam enquanto clientes-financiadores, mas sim como vários moleques recém chegados na faculdade, no qual eles farão um favor em nos apresentar o mundo de American Pie, e por isso, necessitamos de gratidão pelo serviço prestado de qualquer maneira. Como se nosso dinheiro fosse uma doação. Ora, não podemos ser inocentes ao ponto de acreditar que não exista interesses muito bem específicos em vender festas, open bar, ou produzir aquela canequinha (que deve custar uns 5 reais na produção, mas que chega até nós ultrapassando a casa dos 20). Toda fantasia e fetiche em se ter vários apetrechos universitários, na realidade, são produtos, e devem ser vistos como os produtos que são, da mesma maneira devemos ser respeitados enquanto os consumidores que somos. Nada é de graça nesse mundo, neném! Contudo, qual é o respeito e a segurança que você tem ao querer sair e financiar a noite?

Bem, chegado o dia de ir buscar a vítima e levá-la para os procedimentos necessários na tentativa de se alcançar justiça, mais uma vez, enquanto cidadão financiador do Estado, contribuinte, tivemos de argumentar o óbvio. Ao chegar na Delegacia, haviam dois homens na porta, que já começou a nos questionar sem mesmo antes da entrada. “Onde aconteceu? É essa a delegacia responsável?”. Afirmei que antes de ir lá, me informei com minha advogada, a qual me indicou tal delegacia, dizendo ser a responsável pelo plantão que cobriria a região no feriado do dia 24 de outubro. Certo, passado isso, começou o atendimento relacionado a denúncia. De maneira fria e rápida, um turbilhão de perguntas, numa estrutura de promoção a justiça robótica. “Onde,

quando, hora, testemunha, o que aconteceu?” Ações mecânicas, respostas curtas e objetivas, como se a pessoa agredida não estivesse extremamente cansada de repetir cada agressão em sua mente. Sem humanidade, sem apoio, tentando argumentar o porque ela precisaria da justiça, como se não os roxos em seu corpo não fosse o suficiente. Digo, cada informação aferida é extremamente necessária para o processo jurídico, entretanto, a forma de abordagem de uma delegacia, pode fazer com que a vítima nunca mais volte a acionar os mecanismos de justiça. E foi o que aconteceu. Naquele dia, João desistiu do processo, abandonou seus direitos e colocou a cidadania na sacola. Deixou a causa. Eu apenas respeitei o seu espaço, e lhe desejei melhoras.

Entretanto, a maneira como o processo burocrático aconteceu, não foi o único motor de desistência de acionar a justiça, encontrar culpados e ter a sensação de dever cumprido. Quando não obtive acesso sobre ao CNPJ das empresas em questão, tanto da atlética Unidos do Vale, como da segurança contratada por ela, com o perdão da palavra, fiquei puto, e escrevi um segundo post no grupo da UFG, questionando a seriedade de uma atlética LGBT, feita para o público LGBT, o qual se promove a partir das causas tangenciadas a minoria referida. Contudo, dessa vez tive a atenção deles, não da maneira que gostaria sendo um cliente na ocasião. Na expressão da palavra, o circo de fato pegou fogo. Em poucos minutos vários comentários começaram a denegrir a minha imagem, não só a minha, mas, pior, a do rapaz agredido com um pedaço de madeira que, assim como eu, estava no evento organizado por eles. Os quais tinham responsabilidade compartilhada pelo ocorrido, os mesmos que tumultuaram as vias públicas e que não cumpriram com o horário divulgado do evento. Os mesmos que trataram os que estavam ali como aqueles gados que já sabemos. Os mesmos que acham que fornecer um serviço é brincar de atendimento aos pedidos da mamãe. Sim, eles mesmos e vários outras pessoas que idolatram quem promove festas ao ponto de renunciar o seu poder enquanto consumidor, enquanto cliente, começaram a dizer coisas violentas e repressoras para mim e João. Entre os discursos, estavam afirmando que se tratava de uma fanfic (quando algum fã inventa uma mentira sobre seu ídolo). Eu então, a fanfiqueira que gosta de bolacha, que idolatro pessoas irresponsáveis, mesquinhas, insensíveis, tive que parar a minha vida entediante e inventar uma agressão, porque gosto de melancias na cabeça. Porque eu, enquanto cliente, adoro ter que ficar dizendo e relutando para os prestadores de serviço que cumpram com o mínimo necessário para a manutenção da boa qualidade do contratado estabelecido. Haja vista que, eles estão me fazendo um favor ao promover o meu entretenimento.

Exposto ao ridículo, violado mais do que direitos de consumo, mas de dignidade humana, esperava mais de um bandinho de universitário idiota. De fato, não pensava o quanto eles (os organizadores que estavam à frente da Unidos Do Vale) poderiam ser tão baixos, e desonestos, junto com outras meia dúzia de baba ovos que precisam lamber o passo dessas pessoas para que elas ganhem ingressos e cortesias a troco de banana. É aquela coisa né? Qual é o seu valor, neném? Além desses comentários, tive a infelicidade de ler uma nota de esclarecimentos (Agora que o circo estava pegando fogo para a seriedade do mercado, ora a “Unido$” do Vale se manifestou!), ela dizia que queria esclarecer um rumor. Isso mesmo: RUMOR, que estava acontecendo, sobre um rapaz hétero que foi agredido porque ele “mereceu”. Mas gente, qual rapaz seria visto como hétero quando o mesmo saia de uma festa LGBT, segurando uma caneca rosa? Como se não bastasse, começaram, além de me chamar de piranha, fanfiqueira e bolachuda, querer insinuar que também seria burro, logo eu, cientista social que sou. Como posso analisar tal ação sem entendê-la dentro de uma conjuntura política, social e cultural enraizada em homofobia? Ao ler tais coisas, e sabendo que João, além de vítima estava exposto a mais profunda falta de dignidade, havia abandonado o caso, eu também o fiz. O fiz pelo bem da nossa sanidade mental, mas até hoje, quase um ano de ocorrido, sinto aquele ranço. Desde então, toda aquela imagem de festa universitária se foi para sempre, nunca mais voltei a algum evento universitário. Nem mesmo eventos LGBT em outros lugares. O doce do paladar se foi, a verdade é que vários eventos LGBTS não se importam com a causa LGBT, contudo, além disso, não nos tratam enquanto clientes, e nem nos respeitam enquanto pessoas que somos. A regra é simples, o lucro é a diferença entre o capital investido e os custos. Somos mercadorias, somos o que podemos consumir. Até aí, nada de novo! Porém, enquanto isso, também somos clientes, e quando a mesa não é bem servida, buscamos novos mercados.

Como se não bastasse tais constrangimentos, a Unidos do Vale dois meses mais tarde no mesmo ano, se envolveu em outro circo, aliás, circo não porque no circo temos respeito, ela se encontrou enfrentando uma nova confusão. Mas que dessa vez se repercutiu muito, porque os clientes se posicionaram enquanto cliente, e a cobrou enquanto uma prestadora de serviço que é. Porque as pessoas que financiaram o evento se revoltaram, se uniram e avaliaram cada centímetro de prestígio tanto da séria atlética sem CNJP, quanto da casa de eventos noturnos a EL CLUB. A estudante Ana Cristina Abrão Nascimento, denunciou que foi agredida por um segurança da festa Colônia de férias do Vale, de madrugada na saída do evento, no Setor Sul de Goiânia. A repercussão

foi generalizada, em poucos minutos a nota de avaliação da referida boate ficou abaixo de 3 na época. E como sempre, tal atlética veio tirar a dela da reta. Em nota ela afirmava não ter responsabilidade sobre a segurança do evento que levava o seu nome, que a sua competência se restringia a produzir mé. Toda uma “organização” para fazer mé. Ainda teve a capacidade de dizer que teve que sair às pressas sem receber o pagamento para conter a confusão, que nos cometários públicos do próprio documento manifestado através do facebook, a cliente Andressa Costa Cabral narrou a situação, dizendo o seguinte:

“FICARAM CONTANDO LUCRO SIM!!! Após as agressões no momento que estávamos esperando a viatura da PM as vítimas das agressões estavam todas desesperadas sem saber o que fazer. Hugo por sua vez estava dentro conversando e rindo com alguns amigos que estavam no carro. Thiago a todo instante estava indignado com a x quantia que haviam recebido com a bilheteria. Vinícius ficou apático a situação. Leonardo tento conversar com as vítimas e apaziguar a situação. Phill (presidente do Vale) foi o que mais se sensibilizou com situação, prestando ajuda no momento até a delegacia. Breno meu amigo e de Ana ajudou durante o momento do ocorrido até a delegacia. Luisa nos ajudou no momento do ocorrido até a delegacia. No momento e pedi a todos para que pudessem ir conosco à delegacia mais para apoiar msm, mas não deram atenção. E além disso não queriam que o Phill fosse pois ele estava muito abalado. E quando relatei tudo em áudio foi justamente para relatar o quanto a REPRESENTATIVIDADE do Vale é parcial, e para confirmar isso recebi do Breno um texto qual diz ” que eu não deveria esperar que os meninos tivesse a mesma empatia para com a Ana, já que eles não tem INTIMIDADE com ela”. Isso me doeu, pois o que eu entendi que a REPRESENTATIVIDADE só será totalitária quando todos os membros tiverem INTIMIDADE com a pessoa. Enfim, infelizmente aconteceu o que aconteceu. Só gostaria que vcs parasse de querer me silenciar o agredir por ter exposto minha indagação para com alguns dos membros do Vale. Agradeço imensamente o carinho só Phill, pois não esperava tamanha sensibilidade. Breno por ser amigo de Ana e Luisa por ser mulher que também foi agredida.

Nas doídas palavras de Andressa pude entender completamente quando ela questiona a representatividade da “Unido$ do Vale”. Feriu-me enquanto cliente a negligência na prestação de serviço, violou-me enquanto pessoa da comunidade LGBT ao entender que ainda estamos longe de levarmos as agressões das minorias políticas com seriedade. Por isso, o questionamento faz-se necessário: qual é o nível de seriedade que

tratamos a comunidade LGBT? João desistiu de justiça, porque teve que ouvir absurdos, desistiu porque teve que, além de ser vítima, procurar legitimar a sua inocência. Felipe teve de desistir, porque necessitou respeitar a liberdade de João, mas ficou eternamente com várias inquietações em sua mente. Até quando as pessoas serão vítimas e terão que lidar com isso? Até quando seremos ridicularizados por ser quem somos? Até quando teremos que fingir que nada aconteceu? Além disso, até quando vamos deixar passar violências devido a falta de seriedade que organizadores financiados por nós negligenciam em suas prestações de serviço?

Infelizmente, essa é a realidade que percebo. A causa LGBT ou de outra minoria, só é levada a sério quando é conveniente levar. Estamos a todo momento mergulhado nas conveniências e nos resignando de nobres motivos. Até quando a violência em si, será apenas uma manchete de jornal? Pessoas, independentemente de serem da comunidade LGBT ou não, morrem, são agredidas. Entretanto o peso para alguém que está inserido em um mundo marginalizado, no qual ainda há que se justificar e buscar medidas para se aceitar, para ser respeitado, de ter que lidar com o medo ao andar na rua, de ter que ser forte quando tudo que se quer é morrer, para esses, a nossa empatia precisa mais do que existir. Precisa se manifestar. É necessário colocar a cara a tapa, se pôr à disposição, mostrar de fato a causa. Não é por curtida, ou dinheiro de uma festinha, mas é porque pessoas estão sendo agredidas e não estão sendo levadas a sério! É porque você se mostrou humano ao ponto de querer mudar a sua realidade e a do outro.

Por isso, já que não se importa ao menos em perguntar se o outro passa bem, tome a sua posição de cliente e comece a questionar quais são os serviços que você contrata, como a empresa que você busca leva a sério alguma questão, principalmente se o principal marketing de tal empresa/ou serviço, se promove por alguma causa política dos grupos minoritários. Você se sente respeitado pela empresa que contrata? Os clientes que se manifestaram contrários a agressão contra a moça que teve seus lábios cortados por seguranças da El club no evento organizado pela Unido$ do Vale, ao avaliar e tornar público tal violência, certamente afetou o mercado da casa noturna. Quando aqueles que produzem a demanda toma uma atitude, a oferta precisa reagir.

 

 Felipe Mateus, cientista político, ex deputado estadual do Politizar.

Andre Barbosa
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Jornalista, músico e palpiteiro político-econômico. Estudante-pesquisador de direitos humanos, gênero e marcadores sociais.

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